Notícia / MINISTRA DA SAÚDE VAI AVALIAR O DIREITO À DISPENSA NO DIA DA DÁDIVA DE SANGUE
Geral

MINISTRA DA SAÚDE VAI AVALIAR O DIREITO À DISPENSA NO DIA DA DÁDIVA DE SANGUE

2026, Sep 01
Federação
14
0

 

FEPODABES considera esta abertura um passo importante e espera que se traduza numa decisão concreta em defesa dos dadores de sangue

A Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue — FEPODABES recebeu com satisfação a informação de que a Ministra da Saúde irá avaliar a possibilidade de reconhecer aos dadores de sangue o direito à dispensa no dia em que efetuam a sua dádiva.

Para a FEPODABES, esta abertura representa um sinal importante relativamente a uma reivindicação que a Federação tem defendido de forma persistente: quem voluntariamente dá o seu sangue para salvar vidas deve ver esse gesto reconhecido e protegido.

A dádiva de sangue é voluntária, benévola e absolutamente indispensável ao funcionamento do Serviço Nacional de Saúde. Todos os dias são necessárias centenas de dadores para garantir sangue e componentes sanguíneos aos hospitais portugueses.

Por isso, não podemos continuar a exigir solidariedade aos cidadãos sem criar condições que facilitem a realização da dádiva.

UMA LUTA QUE A FEPODABES NÃO ABANDONOU

A FEPODABES tem defendido junto das entidades competentes a recuperação de um direito que permita ao trabalhador realizar a sua dádiva de sangue sem ser prejudicado profissional ou financeiramente.

Esta reivindicação chegou também à Assembleia da República através da Petição n.º 113/XVI/1.ª, promovida pela FEPODABES e subscrita por milhares de cidadãos.

Apesar das dificuldades encontradas ao longo deste processo, a Federação nunca desistiu.

A disponibilidade agora manifestada para avaliar esta matéria constitui, por isso, uma oportunidade que deve ser aproveitada para encontrar uma solução justa, equilibrada e exequível.

FEPODABES ESTÁ DISPONÍVEL PARA CONTRIBUIR

A FEPODABES manifesta desde já a sua total disponibilidade para reunir com a Ministra da Saúde, Ministério da Saúde, IPST, I.P. e restantes entidades competentes, apresentando propostas e contributos que permitam concretizar esta medida.

Não pretendemos privilégios.

Pretendemos condições para que os portugueses possam continuar a salvar vidas através da dádiva de sangue sem serem penalizados por esse gesto solidário.

Portugal precisa diariamente de sangue.

Portugal precisa dos seus dadores.

E os dadores de sangue merecem que o Estado reconheça, valorize e proteja o seu contributo para o Serviço Nacional de Saúde.

A FEPODABES continuará a defender esta causa, com diálogo, determinação e responsabilidade, até que seja encontrada uma solução que responda às legítimas expectativas dos dadores de sangue portugueses.

Dar sangue é salvar vidas.
Defender os dadores é garantir que nunca falte sangue a quem dele precisa.

FEPODABES
Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue

 

Relacionados
Geral
+

MINISTRA DA SAÚDE VAI AVALIAR O DIREITO À DISPENSA NO DIA DA DÁDIVA DE SANGUE

 FEPODABES considera esta abertura um passo importante e espera que se traduza numa decisão concreta em defesa dos dadores de sangueA Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue — FEPODABES recebeu com satisfação a informação de que a Ministra da Saúde irá avaliar a possibilidade de reconhecer aos dadores de sangue o direito à dispensa no dia em que efetuam a sua dádiva.Para a FEPODABES, esta abertura representa um sinal importante relativamente a uma reivindicação que a Federação tem defendido de forma persistente: quem voluntariamente dá o seu sangue para salvar vidas deve ver esse gesto reconhecido e protegido.A dádiva de sangue é voluntária, benévola e absolutamente indispensável ao funcionamento do Serviço Nacional de Saúde. Todos os dias são necessárias centenas de dadores para garantir sangue e componentes sanguíneos aos hospitais portugueses.Por isso, não podemos continuar a exigir solidariedade aos cidadãos sem criar condições que facilitem a realização da dádiva.UMA LUTA QUE A FEPODABES NÃO ABANDONOUA FEPODABES tem defendido junto das entidades competentes a recuperação de um direito que permita ao trabalhador realizar a sua dádiva de sangue sem ser prejudicado profissional ou financeiramente.Esta reivindicação chegou também à Assembleia da República através da Petição n.º 113/XVI/1.ª, promovida pela FEPODABES e subscrita por milhares de cidadãos.Apesar das dificuldades encontradas ao longo deste processo, a Federação nunca desistiu.A disponibilidade agora manifestada para avaliar esta matéria constitui, por isso, uma oportunidade que deve ser aproveitada para encontrar uma solução justa, equilibrada e exequível.FEPODABES ESTÁ DISPONÍVEL PARA CONTRIBUIRA FEPODABES manifesta desde já a sua total disponibilidade para reunir com a Ministra da Saúde, Ministério da Saúde, IPST, I.P. e restantes entidades competentes, apresentando propostas e contributos que permitam concretizar esta medida.Não pretendemos privilégios.Pretendemos condições para que os portugueses possam continuar a salvar vidas através da dádiva de sangue sem serem penalizados por esse gesto solidário.Portugal precisa diariamente de sangue.Portugal precisa dos seus dadores.E os dadores de sangue merecem que o Estado reconheça, valorize e proteja o seu contributo para o Serviço Nacional de Saúde.A FEPODABES continuará a defender esta causa, com diálogo, determinação e responsabilidade, até que seja encontrada uma solução que responda às legítimas expectativas dos dadores de sangue portugueses.Dar sangue é salvar vidas.Defender os dadores é garantir que nunca falte sangue a quem dele precisa.FEPODABESFederação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue 
Geral
+

NÃO PODE EXISTIR DISCRIMINAÇÃO ENTRE DADORES DE SANGUE, SEJA PELA IDADE, SEJA PELO LOCAL ONDE REALIZAM A SUA DÁDIVA

FEPODABES EXIGE IGUALDADE NO TRATAMENTO DOS DADORES DE SANGUE E QUESTIONA ACESSO À CAMPANHA MOVY JOVEM A Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue — FEPODABES manifesta o seu mais veemente protesto perante situações que suscitam sérias preocupações quanto à igualdade de tratamento dos dadores de sangue e à forma como determinadas campanhas e incentivos são disponibilizados pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação, I.P. (IPST, I.P.).Todos os dadores são iguais no momento em que estendem o braço para dar sangue. São iguais no altruísmo do seu gesto, na solidariedade que demonstram e na importância que representam para o Serviço Nacional de Saúde. Por isso, devem também ser tratados com o mesmo respeito, consideração e igualdade de oportunidades.A FEPODABES defende a criação e valorização de incentivos capazes de promover a dádiva benévola de sangue entre pessoas saudáveis dos 17 aos 70 anos. Contudo, esses incentivos devem respeitar obrigatoriamente os princípios da igualdade, equidade, transparência e não discriminação.“Não defendemos privilégios para uns em prejuízo de outros. Defendemos que todos os dadores sejam tratados com a mesma dignidade e o mesmo respeito”, A FEPODABES considera ainda que a eventual existência de uma parceria ou acordo com outra entidade para a concretização de iniciativas ou incentivos não pode afastar a responsabilidade institucional do IPST, I.P., enquanto entidade pública com responsabilidades no sistema nacional da dádiva de sangue.CAMPANHA MOVY JOVEM LEVANTA SÉRIAS QUESTÕESSegundo informação transmitida à FEPODABES, existem jovens que, apesar de se deslocarem a postos de colheita de sangue, incluindo hospitais e sessões móveis, não estarão a ter acesso às mesmas condições ou benefícios associados à campanha MOVY JOVEM, estamos perante uma diferença de tratamento entre jovens que praticam exatamente o mesmo gesto voluntário e altruísta: dar sangue.Para a Federação, esta questão é particularmente preocupante porque envolve jovens que estão a entrar no movimento da dádiva de sangue e que demonstram vontade de continuar ligados a esta causa. “Se queremos captar, motivar e fidelizar novos dadores, não podemos permitir que um jovem que realiza a sua primeira dádiva seja confrontado com falta de informação, ausência de resposta ou procedimentos pouco claros”, O LOCAL DA DÁDIVA NÃO PODE DETERMINAR O TRATAMENTO DO DADORA Federação questiona, em particular, a existência de diferenças entre os jovens que dão sangue diretamente nos Centros de Sangue e Transplantação de Lisboa, Coimbra e Porto e aqueles que dão sangue em hospitais, sessões móveis ou outros postos de colheita.Para a FEPODABES, qualquer diferenciação injustificada é inaceitável,o local onde um cidadão dá sangue não pode determinar o valor do seu gesto solidário, nem condicionar o seu acesso a uma campanha destinada aos dadores.O DADOR MERECE O MESMO RESPEITONão podemos aceitar que um jovem seja tratado de determinada forma por dar sangue num Centro de Sangue e Transplantação — Porto, Coimbra ou Lisboa — e outro seja tratado de forma diferente por realizar exatamente a mesma dádiva num hospital ou numa sessão móvel.“NÃO ESTAMOS A PEDIR PRIVILÉGIOS. ESTAMOS A EXIGIR IGUALDADE.”A Federação alerta que situações de falta de informação, ausência de resposta ou tratamento diferenciado podem ter consequências particularmente negativas na captação e fidelização de novos dadores.Um jovem que dá sangue pela primeira vez deve ser acolhido, esclarecido, valorizado e incentivado a regressar. Não pode ser confrontado com dúvidas, procedimentos pouco claros ou diferenças de tratamento em função do local onde decidiu praticar o seu gesto solidário.A dádiva de sangue deve ser promovida com respeito, igualdade, transparência e organização.A FEPODABES considera que o silêncio do Conselho Diretivo do IPST perante estas questões não contribui para esclarecer os dadores, nem para preservar a confiança indispensável entre o Instituto, o movimento associativo e aqueles que voluntariamente dão o seu sangue.“A confiança constrói-se com transparência, diálogo e respeito. Quando não existem respostas e a transparência desaparece, essa confiança fica seriamente comprometida. Os dadores de sangue merecem respostas, e a FEPODABES não deixará de as  
Geral
+

Pelo segundo ano consecutivo, o IPST discrimina os dadores de sangue

 A FEPODABES – Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue manifesta a sua profunda discordância perante a decisão do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) de, pelo segundo ano consecutivo, atribuir dormidas gratuitas em Pousadas da Juventude exclusivamente a dadores de sangue entre os 18 e os 30 anos.Esta medida representa uma discriminação inaceitável baseada na idade. Não existem dadores de primeira e dadores de segunda. Todos praticam o mesmo gesto voluntário, benévolo e altruísta e, por isso, todos devem ser tratados com igual dignidade, respeito e reconhecimento.A FEPODABES não pode aceitar que o IPST continue a rejeitar medidas estruturais de valorização dos dadores de sangue, como o direito à dispensa de serviço no dia da dádiva, o reforço dos incentivos previstos na lei e uma verdadeira política nacional de promoção da dádiva, mas, ao mesmo tempo, recorra a benefícios dirigidos apenas a uma faixa etária quando necessita urgentemente de aumentar as reservas de sangue.Esta posição revela uma preocupante falta de coerência. Quando se trata de reconhecer direitos dos dadores, o IPST considera que não devem existir incentivos. Contudo, quando as reservas diminuem e a necessidade de sangue aumenta, já admite oferecer benefícios, desde que apenas a alguns.Importa recordar que o movimento associativo de dadores de sangue continua a ser responsável por cerca de 70% das dádivas de sangue realizadas em Portugal, desempenhando um papel determinante na resposta às necessidades dos doentes. Apesar disso, as associações continuam sem o reconhecimento institucional, o respeito e o apoio que legitimamente merecem.A FEPODABES considera que esta estratégia evidencia a ausência de uma política séria, coerente e inclusiva para a promoção da dádiva benévola de sangue. Em vez de unir os dadores, cria divisões; em vez de valorizar todos, estabelece critérios discriminatórios.A Federação exige que o IPST reveja esta decisão e adote políticas que respeitem o princípio da igualdade entre todos os dadores de sangue, independentemente da sua idade, condição social ou local de residência.A solidariedade não tem idade. A dádiva de sangue também não.A FEPODABES continuará a denunciar todas as decisões que promovam desigualdades entre dadores e continuará a defender os direitos de todos aqueles que, de forma voluntária e altruísta, ajudam diariamente a salvar vidas.Todos os dadores são iguais. Todos merecem o mesmo respeito.