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Dia 27 de Março comemora-se o Dia Nacional do Dador de Sangue -44º ANIVERSARIO DA FEPODABES

2026, Aug 11
Federação
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Dia Nacional do Dador de Sangue, celebrado a hoje dia 27 de março em Portugal, é uma data dedicada a reconhecer e valorizar todas as pessoas que, de forma voluntária, contribuem para salvar vidas através da dádiva de sangue.

Este gesto simples e solidário é essencial para o funcionamento dos serviços de saúde e para o tratamento de milhares de doentes todos os anos.

Fazer com que os dadores de sangue tenham incentivos e sejam melhor reconhecidos não retira a dadiva de sangue em portugal o ato anónimo, gratuito e seguro, e pode fazer a diferença em situações de emergência, cirurgias, tratamentos oncológicos, complicações no parto e muitas outras condições médicas.

 

Uma única dádiva pode ajudar a salvar até três vidas, haja vontade e coragem política para fazer algumas alterações

Esta data é também uma oportunidade para recordar a importância da doação regular de sangue, afim de evitar escassez nos bancos de sangue dos hospitais, garantindo resposta a emergências médicas.

Ás Associações de Dadores promovem campanhas especiais, ações de colheita e atividades de sensibilização em todo o país essas sim merecem também o nosso aplauso e agradecimento pelo empenho dedicação a esta causa.

Temos a lamentar a muita burocracia INSTALADA e associada aos programas de apoio financeiro atribuídos ás Associações de Dadores de Sangue que são muito demorados e são insuficientes para a sustentabilidade do movimento associativo a longo prazo

Estas mesmas instituições substituem o IPST no que toca a promoção, divulgação da dadiva de sangue e em muitos casos até cedem espaços próprios para os profissionais do IPST laborarem e assim realizarem as colheitas de sangue.

 

Não podemos deixar de felicitar o IPST e MS que este ano tiveram a coragem de aumentar a verba para esses mesmos programas financeiros no que toca as associações e Federações.

Em nome da FEPODABES estamos disponíveis e entendemos que todos os ano devem ser atualizadas a verbas de apoio financeiro nomeadamente para as Associações, em breve iremos entregar uma proposta de alteração ao Regulamento dos Programas de Apoio

Em 2024 houve uma diminuição de dadores e de dadivas por mil habitantes e também no que toca a dadores de primeira vez, recentemente tem havido algumas alterações na dádiva de sangue em Portugal (2025–2026) parabéns ao IPST como nosso parceiro e interlocutor junto das instituições internacionais

 

-Idade mais flexível

-Menos exclusões definitivas

-Alimentação antes da dádiva

As novas regras tornam a dádiva:

Mais inclusiva

Mais segura

Mais simples e acessível

Mas ainda falta muito (mais profissionais de saúde tanto no IPST como nos Hospitais.

Hospitais e posto de colheita de sangue com horário mais alargado há semana e fim de semana

Mais rapidez no atendimento dos dadores nas colheitas de sangue e terminar com tantos cancelamentos de sessões de colheitas de sangue

A nossa palavra de agradecimento e bem-haja a todos os profissionais dos CST e hospitais nomeadamente os que todos os dias participam em colheitas de sangue, obrigado pelo vosso empenho.

Na era da digitalização a dadiva de sangue também começa a dar os seus passos assim com o procedimento da inscrição para Registo de Dador de Medula Óssea

A possibilidade de os dadores poderem fazer a seu ato avaliação em casa se estão aptos para darem sangue ou não

Só não conseguimos inovar no Cartão Nacional de Dador que demos um passo atras, no nosso entender deve-se ao facto de nunca os Hospitais e Centros de Saúde nunca conseguirem ler o Cartão Nacional de Dador.

Esta celebração do Dia Nacional do Dador de Sangue é um convite à solidariedade e à responsabilidade social, hoje também se comemora os 44 anos da FEPODABES – Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue, uma instituição que desde do seu início até aos dias atuais continua com o mesmo propósito

Sempre ao lado dos dadores de sangue com o pensamento nos doentes e nunca com o nosso apoio e participação em criar uma 3 via como alguém ainda sonha.

 

VIVA O DADORES DE SANGUE

VIVA A FEPODABES

 

 

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NÃO PODE EXISTIR DISCRIMINAÇÃO ENTRE DADORES DE SANGUE, SEJA PELA IDADE, SEJA PELO LOCAL ONDE REALIZAM A SUA DÁDIVA

FEPODABES EXIGE IGUALDADE NO TRATAMENTO DOS DADORES DE SANGUE E QUESTIONA ACESSO À CAMPANHA MOVY JOVEM A Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue — FEPODABES manifesta o seu mais veemente protesto perante situações que suscitam sérias preocupações quanto à igualdade de tratamento dos dadores de sangue e à forma como determinadas campanhas e incentivos são disponibilizados pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação, I.P. (IPST, I.P.).Todos os dadores são iguais no momento em que estendem o braço para dar sangue. São iguais no altruísmo do seu gesto, na solidariedade que demonstram e na importância que representam para o Serviço Nacional de Saúde. Por isso, devem também ser tratados com o mesmo respeito, consideração e igualdade de oportunidades.A FEPODABES defende a criação e valorização de incentivos capazes de promover a dádiva benévola de sangue entre pessoas saudáveis dos 17 aos 70 anos. Contudo, esses incentivos devem respeitar obrigatoriamente os princípios da igualdade, equidade, transparência e não discriminação.“Não defendemos privilégios para uns em prejuízo de outros. Defendemos que todos os dadores sejam tratados com a mesma dignidade e o mesmo respeito”, A FEPODABES considera ainda que a eventual existência de uma parceria ou acordo com outra entidade para a concretização de iniciativas ou incentivos não pode afastar a responsabilidade institucional do IPST, I.P., enquanto entidade pública com responsabilidades no sistema nacional da dádiva de sangue.CAMPANHA MOVY JOVEM LEVANTA SÉRIAS QUESTÕESSegundo informação transmitida à FEPODABES, existem jovens que, apesar de se deslocarem a postos de colheita de sangue, incluindo hospitais e sessões móveis, não estarão a ter acesso às mesmas condições ou benefícios associados à campanha MOVY JOVEM, estamos perante uma diferença de tratamento entre jovens que praticam exatamente o mesmo gesto voluntário e altruísta: dar sangue.Para a Federação, esta questão é particularmente preocupante porque envolve jovens que estão a entrar no movimento da dádiva de sangue e que demonstram vontade de continuar ligados a esta causa. “Se queremos captar, motivar e fidelizar novos dadores, não podemos permitir que um jovem que realiza a sua primeira dádiva seja confrontado com falta de informação, ausência de resposta ou procedimentos pouco claros”, O LOCAL DA DÁDIVA NÃO PODE DETERMINAR O TRATAMENTO DO DADORA Federação questiona, em particular, a existência de diferenças entre os jovens que dão sangue diretamente nos Centros de Sangue e Transplantação de Lisboa, Coimbra e Porto e aqueles que dão sangue em hospitais, sessões móveis ou outros postos de colheita.Para a FEPODABES, qualquer diferenciação injustificada é inaceitável,o local onde um cidadão dá sangue não pode determinar o valor do seu gesto solidário, nem condicionar o seu acesso a uma campanha destinada aos dadores.O DADOR MERECE O MESMO RESPEITONão podemos aceitar que um jovem seja tratado de determinada forma por dar sangue num Centro de Sangue e Transplantação — Porto, Coimbra ou Lisboa — e outro seja tratado de forma diferente por realizar exatamente a mesma dádiva num hospital ou numa sessão móvel.“NÃO ESTAMOS A PEDIR PRIVILÉGIOS. ESTAMOS A EXIGIR IGUALDADE.”A Federação alerta que situações de falta de informação, ausência de resposta ou tratamento diferenciado podem ter consequências particularmente negativas na captação e fidelização de novos dadores.Um jovem que dá sangue pela primeira vez deve ser acolhido, esclarecido, valorizado e incentivado a regressar. Não pode ser confrontado com dúvidas, procedimentos pouco claros ou diferenças de tratamento em função do local onde decidiu praticar o seu gesto solidário.A dádiva de sangue deve ser promovida com respeito, igualdade, transparência e organização.A FEPODABES considera que o silêncio do Conselho Diretivo do IPST perante estas questões não contribui para esclarecer os dadores, nem para preservar a confiança indispensável entre o Instituto, o movimento associativo e aqueles que voluntariamente dão o seu sangue.“A confiança constrói-se com transparência, diálogo e respeito. Quando não existem respostas e a transparência desaparece, essa confiança fica seriamente comprometida. Os dadores de sangue merecem respostas, e a FEPODABES não deixará de as  
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Pelo segundo ano consecutivo, o IPST discrimina os dadores de sangue

 A FEPODABES – Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue manifesta a sua profunda discordância perante a decisão do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) de, pelo segundo ano consecutivo, atribuir dormidas gratuitas em Pousadas da Juventude exclusivamente a dadores de sangue entre os 18 e os 30 anos.Esta medida representa uma discriminação inaceitável baseada na idade. Não existem dadores de primeira e dadores de segunda. Todos praticam o mesmo gesto voluntário, benévolo e altruísta e, por isso, todos devem ser tratados com igual dignidade, respeito e reconhecimento.A FEPODABES não pode aceitar que o IPST continue a rejeitar medidas estruturais de valorização dos dadores de sangue, como o direito à dispensa de serviço no dia da dádiva, o reforço dos incentivos previstos na lei e uma verdadeira política nacional de promoção da dádiva, mas, ao mesmo tempo, recorra a benefícios dirigidos apenas a uma faixa etária quando necessita urgentemente de aumentar as reservas de sangue.Esta posição revela uma preocupante falta de coerência. Quando se trata de reconhecer direitos dos dadores, o IPST considera que não devem existir incentivos. Contudo, quando as reservas diminuem e a necessidade de sangue aumenta, já admite oferecer benefícios, desde que apenas a alguns.Importa recordar que o movimento associativo de dadores de sangue continua a ser responsável por cerca de 70% das dádivas de sangue realizadas em Portugal, desempenhando um papel determinante na resposta às necessidades dos doentes. Apesar disso, as associações continuam sem o reconhecimento institucional, o respeito e o apoio que legitimamente merecem.A FEPODABES considera que esta estratégia evidencia a ausência de uma política séria, coerente e inclusiva para a promoção da dádiva benévola de sangue. Em vez de unir os dadores, cria divisões; em vez de valorizar todos, estabelece critérios discriminatórios.A Federação exige que o IPST reveja esta decisão e adote políticas que respeitem o princípio da igualdade entre todos os dadores de sangue, independentemente da sua idade, condição social ou local de residência.A solidariedade não tem idade. A dádiva de sangue também não.A FEPODABES continuará a denunciar todas as decisões que promovam desigualdades entre dadores e continuará a defender os direitos de todos aqueles que, de forma voluntária e altruísta, ajudam diariamente a salvar vidas.Todos os dadores são iguais. Todos merecem o mesmo respeito. 
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ALGO ESTÁ MAL. É URGENTE INTERVIR.

Dádiva de sangue em Portugal: falta uma estratégia — e falta uma voz Nas últimas semanas tem-se verificado uma diminuição significativa da comparência dos dadores de sangue. O calor extremo e o período de férias de verão provocam, todos os anos, uma redução acentuada das dádivas. As elevadas temperaturas e a desidratação associada afastam muitos dadores habituais, dificultando a reposição das reservas de sangue.Estamos perante uma situação muito preocupante. Todos os verões assistimos a uma diminuição das dádivas de sangue, mas este ano o problema é agravado pelas dificuldades na resposta operacional, colocando em risco a estabilidade das reservas nacionais."Portugal necessita, em média, de cerca de 1.100 unidades de sangue por dia para responder às necessidades dos hospitais. Não existe forma de fabricar sangue em laboratório nem perspetiva de que isso aconteça num futuro próximo. Cada unidade transfundida depende exclusivamente do gesto voluntário e altruísta de um dador.Todos os verões, a Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue (FEPODABES) alerta para a previsível diminuição das reservas. Contudo, o problema que hoje pretende colocar na agenda pública vai muito além da sazonalidade.O verdadeiro problema reside na ausência de uma estratégia nacional consistente para a dádiva de sangue.O Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST), entidade responsável por garantir o abastecimento de sangue ao Serviço Nacional de Saúde e ao setor privado, enfrenta dificuldades estruturais que comprometem a sua capacidade de resposta. A escassez de recursos humanos, as limitações financeiras e a reduzida capacidade de intervenção dificultam o planeamento e a gestão de um setor absolutamente essencial para o funcionamento do sistema de saúde.Recentemente, o Sindicato dos Médicos do Norte denunciou publicamente as condições de trabalho existentes no Centro de Sangue e da Transplantação do Porto, referindo semanas de trabalho entre 52 e 64 horas, sem remuneração das horas suplementares e sem o cumprimento dos períodos mínimos de descanso, tendo solicitado a intervenção da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde e da Ministra da Saúde.Embora o IPST tenha explicado esta situação como resultante de uma reorganização interna dos recursos humanos, é inegável que o Instituto enfrenta sérias dificuldades no recrutamento e retenção de médicos especializados, realidade evidenciada também pelos concursos que ficaram desertos por falta de candidatos.A estas dificuldades junta-se uma situação financeira preocupante. Os hospitais acumulam dívidas de dezenas de milhões de euros ao IPST relativas ao fornecimento de sangue e componentes sanguíneos. Esta realidade limita significativamente a capacidade do Instituto para investir, contratar profissionais, renovar equipamentos e planear a médio e longo prazo.A FEPODABES tem vindo, há vários anos, a alertar sucessivamente o Ministério da Saúde, o IPST e os diferentes grupos parlamentares para estes problemas, propondo diversas soluções concretas destinadas a melhorar a capacidade de resposta do sistema.Entre essas propostas encontram-se:Reforço das equipas de colheita;Alargamento dos horários de recolha durante os meses de verão;Melhor aproveitamento da colaboração das Associações e Grupos de Dadores de Sangue;Maior valorização dos profissionais da medicina transfusional;Reforço das campanhas permanentes de sensibilização.Infelizmente, muitas destas propostas continuam sem resposta ou não foram implementadas.Entretanto, continuam a verificar-se cancelamentos de sessões de colheita previamente planeadas, dificuldades em garantir equipas suficientes e uma redução da capacidade de recolha precisamente na época em que o país mais necessita de sangue.A FEPODABES reafirma aquilo que há muito defende:O problema não é a falta de dadores.O problema é a falta de capacidade para recolher o sangue que os portugueses estão disponíveis para oferecer.Esta realidade tem consequências muito concretas.Um doente oncológico, um acidentado grave, uma criança submetida a cirurgia ou uma mulher com hemorragia pós-parto dependem da existência de sangue disponível no momento certo.Cada sessão cancelada, cada profissional em exaustão e cada atraso na reposição das reservas representa um risco acrescido para os doentes e para o funcionamento do Serviço Nacional de Saúde.Portugal necessita urgentemente de uma verdadeira política nacional para a dádiva de sangueEssa política passa obrigatoriamente por:Reforçar os recursos humanos do IPST;Valorizar adequadamente os profissionais da medicina transfusional;Dotar o IPST de maior autonomia operacional e financeira;Garantir que os hospitais liquidem atempadamente as dívidas ao Instituto;Alargar os horários de colheita nos períodos críticos;Desenvolver campanhas permanentes de sensibilização dirigidas à população;Criar incentivos à dádiva benévola de sangue;Valorizar e apoiar o trabalho desenvolvido pelas Associações e Grupos de Dadores de Sangue.A FEPODABES continuará a representar os milhares de cidadãos que, de forma voluntária, regular e altruísta, dão sangue para salvar vidas.Chegou o momento de o Ministério da Saúde, o Instituto Português do Sangue e da Transplantação e os hospitais assumirem plenamente as suas responsabilidades.Não faltam dadores.Não falta solidariedade.Falta capacidade de resposta.APELO À POPULAÇÃOAs reservas de sangue encontram-se atualmente em níveis preocupantes, comprometendo a capacidade de resposta às necessidades dos hospitais portugueses.Se tem entre 17 e 70 anos, está saudável e reúne condições para dar sangue, faça-o com urgência.Uma única dádiva pode salvar até três vidas.Cada dador que comparece representa uma esperança para quem aguarda uma transfusão. Hoje, mais do que nunca, todos podemos fazer a diferença.